domingo, 1 de abril de 2007

Loucura



Todos nascemos com uma dose de loucura, nascemos destemidos, aventureiros, descobridores, curiosos.... que, muitas vezes,os nossos pais contrariam dando respostas às nossas dúvidas, satisfazendo a nossa curiosidade, outras vezes impedindo que se descubra algumas verdades (sempre em nome do nosso bem-estar, nunca se duvide disso).
Mas, como a nossa matéria é muito forte, a loucura com que nascemos poderá não ser bem aniquilada ao longo da nossa vida.... pelo que ela poderá manifestar-se em algum momento da nossa vida. ..
Quando esta se manisfesta ficamos desorientados porque sabemos que nos vâo apontar como loucos, poderão internar-nos, rotular-nos, sermos abandonados... e, por isso, tomamos tranquilizantes, reprimimos os nossos comportamentos e... mais uma vez, em nome do socialmente correcto, acabamos por nos reprimir para sermos aceites na sociedade em que vivemos.
Todos nós, em determinados momentos, já sentimos que não agimos como nos apetece, mas como é socialmente correcto agir... porque somos “bons” filhos, somos bons “profissionais”, somos bons “amigos”...
Quanto tempo mais seremos capazes de viver a contariar a nossa loucura?....
Cabe a cada um de nós conhecer a sua loucura e trabalha-la da melhor forma possível... trata-la bem... e aprender a conviver com ela num mundo em que é suposto os loucos serem mal vistos...
A História Universal foi feita por loucos... Carlos o Magno, Napoleão, Copérnico, Leonard Da Vinci, e tantos outros... é muito importante recordar isto!

O que somos



Quando nascemos somos uma “matéria-prima” única com uma combinação genética única. À medida que crescemos alguém (artesão ou artesãos) molda a nossa matéria prima e transformamo-nos nos seres que somos. Nada estaria errado nao fosse o facto de com essa transformação poder contrariar a “matéria” que somos feitos, ou seja, imagine pregar um prego numa parede de vidro!!!!! Consegue imaginar o resultado???
Na verdade, muitas vezes, os artesãos ao trabalharem as matérias-primas aplicam técnicas inapropriadas pelo que poderá conduzir à destruição ou inutilização da matéria-prima ou, outras vezes, à construção de um objecto frágil, que não reconhece a sua função e, por isso, não vê utilidade na sua existência e procura desesperadamente a sua utilidade (rumo de via) deambulando entre vários caminhos, tentando e desistindo acabando nas frustrações...
Alguns desses “objectos” conseguem arranjar uma utilidade, outros poderão regenerar-se e libertar-se das “alterações” que os artesãos lhes infringiram e regressar à sua essência original. Este processo não é facil e requerer um grande conhecimento de si próprio e, principalmente, ouvir a sua voz interior que lhe indicará o caminho. Outros, por sua vez, não conseguem regressar às origens e vivem num mundo que não é o deles mas conformados com o facto de esta ser a única forma de não sofrer nesta caminhada pela vida. Outros ainda são os considerados “inadaptados” que sabem que aquele não é o caminho mas não procuram alternativas, revoltam-se com tudo, mas não criam alternativas.
A solução é destapar os olhos e estar atento à nossa voz interior... ela ensinar-nos-á o caminho
!

Avarias :D

Durante as nossas viagens, às vezes o veiculo em que circulamos avaria e necessita de ser consertado, então temos que pôr mãos à obra e consertar tudo direitinho! Se ficar sentado à espera que isso aconteça aconselho a sentar-se numa cadeira confortável porque vai ficar aí muito tempo!
Se voltar a avariar? O remédio é consertar de novo! E já agora aproveite e veja se está a arranjar a “peça” certa....